O importante não são quantas pessoas telefonam pra você, nem com quem você saiu ou está saindo. Não são seus sapatos, nem seus cabelos, nem a cor da sua pele, nem onde você mora, que esporte você pratica ou o colégio que freqüenta. O importante não são suas notas, seu dinheiro, suas roupas ou se passou no vestibular. Na vida, o importante não é ser aceito ou não pelos outros. Na verdade, o importante é quem você ama e quem você fere, é como você se sente em relação a você mesmo, é confiança, felicidade e compaixão, é ficar do lado dos amigos e substituir o ódio por amor. É o que você diz e o significado das suas palavras. É gostar das pessoas pelo que elas são e não pelo que têm, fingem ou pretendem ser, isso é o importante.Neste mundo de fantasias e máscaras, o mais puro torna-se confuso e achamos difícil distinguir o real do trivial, do banal ao essencial. Às vezes a raiva é uma mais honesto do que mentira disfarçada como um sorriso, uma palavra dura é mais honesto do que um manequim carícia dissolve-se na rotina de vida. Às vezes nós não valorizamos a honestidade das pessoas que ainda têm a verdade, se deixar levar pelo que os outros dizem, achamos mais fácil acreditar nas pessoas disfarçadas. E no fim, quando ninguém tem disfarce.Era mais fácil flutuar do que o risco de verdades que lhe dão até o fim. Não se engane, estou muito bem cuidada.

Essa sua mania de camarote. Onde os vips podem suar sem que isso pareça nojento. Onde se pode falar torto sem que seja errado. Todos vestidos de uniforme, senão não entram. Todos doidos para passar a mão na bunda um do outro. Essa é a sua idéia de curtir a vida? Menos purpurina, Carnaval. Menos bundas, menos dentes para fora. A vida é linda, mas a “lindeza do lindo mais lindo que há no lindíssimo” é um saco. Um pouco de calma e autocrítica nunca fez mal a ninguém. Tudo muda no mundo – por que você insiste em continuar o mesmo? A harmonia vem da evolução, não das alegorias. Chegou a hora de rodar a baiana para não atravessar na avenida. Como será amanhã? Responda quem puder.
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